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Gigantes chinesas ameaçam hegemonia do iFood e reacendem disputa no setor de delivery

  • PUBLICADO EM: 16/04/2025
  • Tempo estimado de leitura: minuto(s).

Com histórico de domínio quase absoluto do mercado, iFood pode enfrentar concorrência real com a possível chegada da Meituan e a volta da 99Food, da Didi

O anúncio da entrada de gigantes chinesas como Meituan e Didi no mercado de delivery brasileiro promete reconfigurar a disputa por restaurantes e consumidores. Atualmente, o setor é amplamente dominado pelo iFood, que detém cerca de 80% do setor, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

Se, por um lado, os novos concorrentes podem gerar benefícios como taxas mais competitivas e melhores condições comerciais, por outro, levantam dúvidas sobre a adesão dos consumidores, a fragmentação de canais e os custos de adaptação dos restaurantes.

O movimento mais concreto até agora foi da Didi, que anunciou no início de abril o retorno da 99Food ao Brasil, como parte de uma estratégia de integração de serviços urbanos que inclui mobilidade, pagamentos e agora, novamente, entregas de comida. A operação mira cidades de médio e pequeno porte, onde ainda há espaço para crescimento.

Segundo apuração do portal NeoFeed, a Meituan, avaliada em mais de US$ 100 bilhões e líder em delivery na China, tem registro no País desde 2020, e já se reuniu com empresários, fornecedores e operadores logísticos, embora ainda esteja em fase de articulações.

Para Cristina Sousa, CEO da Gouvêa Foodservice, a chegada de um novo player pode favorecer os restaurantes, desde que haja clareza sobre a proposta de valor: “É sempre uma oportunidade de novas ofertas de taxas e serviços. Mas há o desafio da adesão dos consumidores, que já estão muito acostumados com o iFood. As pessoas precisam baixar o app, experimentar. E isso leva tempo”.

Leonel Paim, vice-presidente da Abrasel-SP, reforça que o setor enxerga com bons olhos a movimentação: “Falta um concorrente à altura do iFood. A entrada de players fortes pode forçar uma atualização do mercado e trazer melhores condições para os restaurantes”.

Concorrência promete, mas adaptação será lenta

Hoje, o iFood cobra dos restaurantes taxas que variam entre 12% (no plano Básico, com entregas por conta do próprio restaurante) e 23% (no plano Entrega, com logística operada pela plataforma), além de uma taxa de 3,2% sobre pagamentos online. Há ainda mensalidades de até R$ 150 para estabelecimentos que vendem mais de R$ 1.800 mensais.

Segundo dados da plataforma, o iFood concluiu 2024 com 55 milhões de clientes ativos, 380 mil estabelecimentos parceiros, 360 mil pessoas entregadoras cadastradas e chega a contabilizar 110 milhões de pedidos em apenas 1 mês.

A concorrência pode pressionar a redução dessas taxas. Cristina acredita que, mesmo que a operação com múltiplas plataformas não gere um custo interno significativo para os restaurantes, é preciso cautela: “Eu recomendaria aguardar o desenvolvimento da proposta. Nem sempre promoções de lançamento se traduzem em volume de pedidos relevante.”

Na visão da Abrasel, a principal queixa dos restaurantes atualmente é justamente a falta de poder de negociação com o iFood, além da sensação de dependência de um único canal digital. “Com mais players, quem ganha é o restaurante, que pode escolher, e o consumidor também”, diz Paim.

O mercado de delivery brasileiro já assistiu à saída de players como Uber Eats e 99Food. Em fevereiro, a Prosus, grupo holandês dono do iFood, comprou a plataforma de pedidos e entregas de alimentos Just Eat Takeaway.com por € 4,1 bilhões, equivalente a R$ 24,6 bilhões.

O desafio para os novos entrantes, porém, não é pequeno. Além da dominância do iFood na preferência do consumidor, há ainda as tensões com os entregadores, que recentemente organizaram greves nacionais por melhores condições de trabalho. A pauta inclui reajuste nas taxas mínimas por entrega, limitações de distância para entregadores de bicicleta e maior proteção em caso de acidentes.

A promessa de mais competição no setor de delivery anima, mas a implementação será complexa. Cristina lembra que, embora empresas como Meituan tragam robustez tecnológica, o Brasil tem “jabuticabas” próprias — da carga tributária às limitações logísticas — que exigem tempo de adaptação. “Pode até ser que adquiram alguma operação local. Do contrário, montar tudo do zero aqui pode ser uma desvantagem competitiva”, finaliza.

*Fonte: Mercado & Consumo

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